Nunca cosegui me acostumar com a ideia de cárcere
Vejo nitidamente a cor da minha alma
Posso ver meu transitar em mim
É um andar apressadamente desacelerado
Tem um som de calmaria
Há de longe, direção
Vejo almas relutando
Andares perdidos
Movimentos cambaleantes
Ouço o som de correntes
Rumo ao previsível
À meia voz peço livramento da monotonia
Sussurro: - Afastai-me da solidão!
Respiro toda a liberdade
Preencho meu peito com luz
E em voz crescente agradeço mais uma vez
Pois SOU LIVRE!

2 comentários:
Como sempre...lindo!
Seus textos sao surpreendente. As suas palavras, e sentimentos sao bem colocadas e direcionadas. Vejo em voce, modestia parte, uma escritora de renome.
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